Não trabalho com representantes.
Não uso pessoas para representar a sua família. Abro o seu campo diretamente. Um representante entra na sessão com a própria história: as crenças dele, os medos dele, o que ele viveu com a própria mãe. Tudo isso entra junto e contamina a leitura. Já vi acontecer vezes suficientes para parar de fazer. O que você precisa ver é o seu campo, não a interpretação de um estranho sobre ele.